Entre desertos e vulcões: descubra os encantos da Mongólia

Postado em : 01/09/2018 12h12 Em:

A viagem até a Mongólia, com roteiro exclusivo, inclui passeios pela parte sul do Deserto de Gobi

É quase certo que, quando se fala em Mongólia, a primeira imagem que vêm à nossa mente é um lugar exótico, longe da civilização e associado à a figura do imperador Genghis Khan. Na verdade, o esse país da Ásia Oriental vem sendo cada vez mais explorado por turistas interessados em explorar seus desertos espetaculares, escalar vulcões e visitar mosteiros seculares.

O roteiro exclusivo elaborado pela Interpoint em parceria com a Remotelands, por exemplo, tem viagens partindo de Beiging (China) ou de Tóquio (Japão). A proposta é levar os viajantes a descobrir mais sobre o destino conhecido por cenários admiráveis, estepes e montanhas, lagos que parecem espelhos e muita vida selvagem, em áreas onde quase não se vê sinal de vida humana. A programação oferece uma autêntica experiência em pleno deserto povoado por nômades.

Sukhbaatar Square

A viagem começa com um tour pela capital Ulaanbaatar, a parte do país mais industrializada, onde o velho e o moderno coexistem em harmonia. Entre os atrativos, destaca-se Sukhbaatar Square (foto), a praça central da cidade que homenageia Genghis Khan – e o mercado de NaraanTuul, também conhecido como “Mercado Negro”, onde se encontram artesanato, tapetes, celas de montaria e trajes típicos da região.

Os passeios incluem a visita ao Gandan Monastério e ao Hutsai National Park, berço dos célebres cavalos Prezewalski, animais nativos dos desertos da Mongólia.

Deserto

Voando do aeroporto de Ulaanbaatar até Dalanzadgad, em percurso de uma hora, a escala seguinte é a parte sul do Deserto de Gobi, com hospedagem no Three Camel Lodge, eleito um dos 50 melhores eco-lodges do mundo.

No local, vale a pena conferir os Petroglyphs – esculturas rupestres estimadas entre 5mil e 6 mil anos de existência, que valem a subida até o topo da montanha, em Havtsgait. Bayanzag (foto), conhecido como os “Penhascos Flamejantes” também é imperdível. Suas rochas vermelhas projetam-se rapidamente no céu e mostram uma visão incrível da luz do sol, em tons de laranja.

Nos trilhos

A aventura tem sequência com a viagem de trem no Trans-Mongolian (foto), de onde se pode apreciar as ricas paisagens no caminho até Ulan-Ude, destino de cultura mongol-budista, na Sibéria Oriental. Na chegada, o roteiro inclui passeio pelos vilarejos de Tarbagatai e Desvanitkovo. É lá que os turistas desfrutam de um almoço típico nas casas das famílias locais e podem aprender um pouco mais sobre o seu modo de vida.

Sibéria

O próximo destino é Irkutsk, capital da Sibéria Oriental, onde fica o Lago Baikal e construções com arquitetura que datam do Século XIX, além do projeto Kyartal, um bairro inteiro constituído de edifícios de madeira da Sibéria, que abriga novos restaurantes, barés, cafés, e o curioso museu Taltsy, ao ar livre.

A experiência segue com a excursão de helicóptero ao Vale dos Gêiseres e à Caldeira de Uzon, em Petropavlosk-Kamchatsky. Se o tempo permitir, é possível fazer um sobrevoo para ver outro ângulo do Lago Kurilskoye. Se tiver sorte, o visitante poderá avistar os ursos marrons, as águias-do-mar (foto) estelares e os locais de desova dos salmões.

Vulcão e fontes termais

Em um trajeto de cerca de duas horas, um veículo especial leva os viajantes ao Vulcão Avachinsky, um dos mais ativos da região. Aproveitando a estadia em Petropavlovsk-Kamchatsky (foto), vale viajar até o rio Bystraya, onde quem quiser pode experimentar raftings emocionantes ou praticar a pesca esportiva (pega e solta). Para terminar em grande estilo, há as fontes termais de Malkinskiye.

Conteúdo publicado originalmente no Diário do Nordeste.

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